NOTA DE REPÚDIO

A diretoria da APCDEC vem a público repudiar a atitude do Sr. Luis Melo Torquato (pai), dirigente do Guarany Sporting Club, quando demonstrando total desequilíbrio, atacou a imprensa esportiva do estado do Ceará, ao proferir que "tinha era bala" para a imprensa de Fortaleza. O citado dirigente agrediu a uma categoria a quem muito deve e que, abre seus microfones para ele falar, quando de suas visitas à nossa capital.

Lamentamos pois, que suas atitudes desrespeitosas tenham sido veiculadas ao público, através dos órgãos de comunicações que cobriram o jogo Guarany x Horizonte.

Esta diretoria solidariza-se por completo com o diretor/membro do conselho fiscal de nossa associação, Sr. Kilmer de Melo Campos e coloca todo o seu aparato jurídico à disposição para possíveis reparações.

Esperamos pois que tais fatos não sejam repetidos em hipótese nenhuma, para o bem do desporto e para a perfeita sintonia que deve existir entre nós que fazemos o contexto futebolístico.

Fortaleza, 22 de fevereiro de 2010.
                             A DIRETORIA.

0 comentário em “NOTA DE REPÚDIO”

  1. Lamentei profundamente que este tipo de atitude ainda existisse por aqui. Não vejo nenhuma razão para tal destempero. As vezes a idade não quer dizer muita coisa, mas deveria. Sou favorável a um boicote, até a retratação pública.

  2. Isso só demonstra q ele está na Profissão errada! Deveria está nos quadros da Polícia p ver se ele tinha mesmo coragem de enfrentar bandido na Bala como ele quer. O Esporte é motivo de alegria e não de Violência!!!

    Um Abraço…
    Radialista Wilson Matos
    São Gonçalo do Amarante,Ce.

  3. Date: Mon, 22 Feb 2010 20:51:36 -0300
    Subject: Re: Nota de repúdio.
    From: kramerfilho@gmail.com
    É inadimissível em pleno ano de 2010 existam situações como essa ainda no nosso futebol. Estamos cansados de ver esse tipo de gente ameaçar pessoas sérias que nada compartilham dessa conduta retrógrada. Infelizmente, essa história é antiga e parece que vai perdurar pois mais uma geração… Lamento o fato e sou solidário ao companheiro Kilmer de Campos.

    Carlos Kramer Filho

  4. Date: Tue, 23 Feb 2010 04:25:01 -0800
    From: paulonogasi@yahoo.com.br
    Subject: Re: Nota de repúdio.
    A diretoria da ACERN, em nome de todos os seus associados se solidariza com o colega Kilmer de Melo Campos, e coloca-se a desposição do mesmo para tudo o que for preciso.
    Paulo Nogueoira – Presidente

  5. São atitudes como estas, retrogradas e imorais que fazem do futebol cearense um dos mais “pobres” e subdesenvolvidos do Brasil. Dirigentes despreparados em final de carreira que não almejam mais nenhuma conquista descente, apelam para ignorância de sua limitada educação e transbordam arrogância onde a lei que impera é da impunidade.
    Prezado Kilmer de Campos não deixe passar por menos, assim vai dar carta de crédito para novas tentativas de intimidações com outros colegas no futuro.
    Forte abraço e conte conosco.
    Gualber Callado – Cronista Esportivo

  6. Não faço nenhum esforço para ser antipático – Deus e eu sabemos disto. Mas também não tem problema que eu seja incompreendido pelo exercício da minha opinião. Afinal, não faço a a menor questão de proclamar que tenho muitos amigos, porque amizade pressupõe, antes de tudo, afinidade. Afinidade de propósitos, de comportamento, de visão de vida, de valores enfim. (…)

    O que penso acerca de Luiz Torquato e Luiz Torquato Filho, já o tenho expressado em microfones e multimeios. Mas, para quem não sabe, do ponto de vista ético, identifico-os como a escória da cartolagem, No entanto, isso não representa a negação de seus méritos, sobretudo no contexto futebolístico da agremiação que representam.

    Não nego que me alegrei ao ver o Procurador Geral do TJDF/CE oferecer recurso contra Luizinho, que resultou no aumento de sua pena. Acho até que ainda foi pouco.

    Por outro lado – e aí é que devo incomodar a alguns, embora não o quisesse – não posso concordar com os termos desta Nota de Repúdio, quando ela diz que o referido dirigente “deve” à imprensa, por ela abrir os seus microfones a ele. Discordo disto, porque a crônica esportiva não faz isso por favor, e sim por dever de ofício.

    Nossa relação com os atores do futebol é profissional (ou deveria ser) e não uma relação de favor. Quando essa relação passa a ser de favor o profissional perde a sua independência.

    Outra coisa. Como as declarações do citado dirigente poderiam ser levadas a público se não fosse pelos veículos de comunicação?

    Mais um questionamento. A entidade que nos congrega deve transparecer sua solidariedade, antes, ao cronista esportivo Kilmer Campos, e só depois ao seu diretor, Sr. Kilmer de Melo Campos. Afinal, a agressão foi ao cronista, no exercício de sua profissão.

    Imagino ainda que devemos pugnar é pelo respeito e em nome dele, esquecendo essa história de “sintonia” e menos ainda de “perfeita sintonia”. O nosso meio não comporta tais abstrações. Vivemos é da informação e da opinião sobre elas, fruto de nossa reflexão crítica. E não há criticidade que não se choque e contrarie determinados interesses. Querer agradar a todos, pois, é uma das mais presunçosas formas de egoísmo.

    “O citado dirigente agrediu a uma categoria a quem muito deve e que, abre seus microfones para ele falar, quando de suas visitas à nossa capital.” Este trecho da Nota pode dar margem a que dele se infira a existência de uma relação incestuosa entre crônica e dirigentes.

    Diante mão, quero me desculpar caso venha a ferir suscetibilidades, pois de modo algum foi essa a minha intenção. E, vale dizer ainda, que não é no inferno que está cheio de pessoas bem-intencionadas. É conversa de quem diz isso. A boa intenção deveria valer muito. E para mim, vale muito sim.

    Um forte abraço a todos.

    Fraternalmente,

    Benê Lima.

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